segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

06/12


No dia 06/12, aproveitamos para assistirmos o vídeo: "O Jardim do Inimigo", do Grupo de Teatro Jeová Nissi. No dia 13/12 teremos o "célulão", o encontro de todas as células do bola de neve em Salvador e região, no Edificio Cidade do Porto, no Rio Vermelho, em frente a Pizzaria Piola, apartir das 20hs. Você é nosso convidado.

Segue abaixo a primeira gravação da peça que assistimos:

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

15/11

No último culto de domingo (13/11) ouvimos falar de um novo tempo. Novo tempo em que o que for passado, ficará no passado, onde iniciaremos uma nova história, onde nos será restituído tudo o que foi roubado (Joel 2:23-27). Sairemos do tempo da chuva temporã, chuva que ocorre na época do plantio, para uma chuva serôdia, que ocorre na época da colheita. Isso significa que nesse novo tempo iremos colher aquilo que semeamos em nossas vidas.

Mas para vivermos esse novo tempo, precisamos tomar decisões na nossa vida, decisões que estão sendo adiadas, mas que tem nos impedido de vivermos esse novo tempo. Precisamos ser servos, separados do Senhor nosso Deus.

A primeira coisa que precisamos saber é que Deus irá cuidar de nos e que Ele sabe o que nos precisamos. Ele deixa isso claro nos versículos 9 a 12, do capítulo 7 do evangelho de Mateus:
“Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. "Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas". “

Essa palavra nos deixa claro que aquilo que pedirmos, buscamos e procurarmos, através das nossas vidas e que for da vontade de Deus, nos iremos receber. O problema é que assim como os judeus, muitas vezes nos interpretamos mal a palavra de Deus. Os judeus acreditavam que não deviam fazer o que é odioso ao seu próximo e que a lei se resumia nisso. Porém, Jesus nessa passagem, nos lembra que não é somente isso (e não fazer o que é odioso, cumprir a lei, também é importante), mas também fazermos pelos outros, o que gostaríamos que fizessem por nos. Especificamente nessa passagem, Jesus fala sobre a necessidade do amor. Esse amor, será o nosso combustível, que irá nos ajudar a termos uma vida santa e separada no Senhor, onde iremos vencer todos os obstáculos

Nos versículos 25 e 26, do evangelho de João, Jesus deixa claro que aquele que amar a sua vida, irá perdê-la, mas o que odiar a sua vida, a conservará para a vida eterna e que aquele que servir a Jesus, Deus irá o honrar. Nessa passagem Jesus nos chama para abrirmos mão do nosso “EU”, do mundo que vivemos, para que passemos a segui-lo. E isso acontecerá apartir do momento que tivemos uma vida separada.

E o que é ter uma vida separada? Segundo nosso dicionário ser separado é ser desligado, isolado. Mas o sentido que devemos aplicar em nossas vidas em relação a separação, é o de sermos santos, aqueles que são exclusivos de Deus, diferenciados das pessoas, vivendo longe das obras da carne.
E quais são as obras da carne? Paulo, na sua carta à igreja dos Gálatas, no capítulo 5, versículos 16 a 26, nos falam sobre as obras da carne e as obras do espírito:
“Por isso digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da lei. Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros.”

Devemos então buscar uma vida mais espiritual e menos carnal. Isso não é fácil. Porém precisamos aprender a confiar em Deus e a enfrentar as nossas batalhas diárias. Precisamos saber que alguns dias iremos perder a batalha, outro dia iremos vencer, mas devemos continuar batalhando, buscando uma vida de santidade, priorizando as coisas de Deus, nos afastando das coisas deste mundo. Jesus deixou isso claro nos versículos 33 e 34, do capítulo 6, de Mateus:
“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal".”

Dia 08/11

Resumo da palavra:

Sabemos que a cruz em si mesmo é uma figura geométrica. A idéia de cruz também é ligada a sofrimento, dor ou angustia. Temos inclusive uma expressão que representa bem isso: “cruz credo”. A questão é que a cruz de Cristo possui um significado diferente desse significado que conhecemos. É através da cruz que conseguimos ir até Cristo, onde podemos nos arrepender, nos render a Ele, morremos par ao nosso “EU” e ressuscitarmos com Ele.

No livro do evangelho de Lucas, no capítulo 9, dos versículos 23 a 26, recebemos um chamado de Jesus, de que para o acompanharmos, precisamos nos negar, tomar a nossa cruz diariamente e o seguirmos. Esse chamado é único e a idéia de levar a nossa cruz, represente o ato de nos crucificarmos toda vez que a nossa vontade for de encontro com a vontade de Cristo. Quando tomamos a nossa cruz, Jesus passa a habitar dentro de nos, a fazer parte das nossas vidas e isso gera mudança.

O problema é que nos temos um grande inimigo, que busca a todo instante nos afastar da vontade de Deus. Esse inimigo é o nosso “EU”. Na carta aos Hebreus, no capítulo 6, dos versículos 4 a 6, a bíblia nos fala sobre a necessidade de termos um verdadeiro arrependimento para que possamos morrer para o nosso “EU” e viver através de Cristo:
“Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus,  da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.  Assim faremos, se Deus o permitir. Ora para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública.

O problema é que quando decidimos negar a Cristo em nossas vidas e decidimos nunca mais fazermos a sua vontade, devolvemos a cruz que era nossa para Cristo e tornamos o sacrifício de Cristo em nossas vidas, em algo invalido.

Aprendemos que através da ceia do Senhor (1 Co 11:23-26) temos um momento de memorial, um momento de comunhão e de mudança, em que nos lembramos da morte e da ressurreição de Cristo e de como isso gera vida em nos. O pão da ceia representa o alimento, a provisão, a mudança, a novidade, enquanto o cálice representa a nova aliança no sangue de Cristo em nossas vidas.

É através da ceia, que realizamos o que Jesus disse no evangelho de João, Capítulo 6, dos versículos 53 a 57 e fez com que muitos discípulos o abandonassem, por não terem entendido o que Ele quis dizer:
“Jesus lhes disse: "Eu lhes digo a verdade: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em si mesmos. Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa. “

O comer a carne de Jesus e beber o seu sangue, é realizado através da ceia. E devemos sempre termos esse memorial, que demonstra que temos parte com Jesus tanto através do seu corpo, como através do seu sangue derramado na cruz. Através das nossas batalhas diárias, combateremos o bom combate e poderemos chegar a fazer a mesma afirmação que Paulo fez, na carta aos Galatas capítulo 2, versículo 20:
“Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”

Dia 01/11

Gabriel, Lorena, Verônica, Vinícius, Vanessa, Fernando, Jessica, Feliphe, Rafael, Luana Pimenta, Isabel e Lucas.


A bíblia nos fala em João 6:35 que Jesus é o pão da vida, e todo aquele que vai até ele jamais terá fome e sede. Mas de que fome e sede, Jesus está falando? Seria a nossa fome de comida e a nossa sede de bebida? Não. Jesus mais uma vez está nos chamando para termos uma vida n’Ele.
O problema é que na verdade temos nos alimentado mal, porque muitas vezes nos falta perspectiva de vida. Vivemos através de lemas como:  “Deixa a vida me levar” ou “onde o vento me levar eu vou”. Na verdade, temos que admitir o fato de que precisamos nos alimentar de Cristo.
E o que se alimentar de Cristo? O livro de 2 Reis no Capítulo 4, dos versículos 38 a 44 nos fala de um tempo em que havia fome entre o povo e por isso decidiram procurar folhas, para se fazer uma sopa, na tentativa de saciar a fome. O problema é que colheram uma erva que era parecida com uma parreira, uma figueira brava. Ao tomarem dessa sopa, começaram então a dizer que havia morte na panela. Vem então, Eliseu e como profeta, coloca farinha de trigo na panela e o caldo passa a não mais ter morte.
O que seria então essa erva parecida com uma parreira, figueira brava? Seria a ilusão, de coisas que nos achamos que vai nos fazer bem, mas que acabam nos fazendo mal. São as coisas que nos destroem, ou que nos fazem fizer dentro do legalismo, onde podemos tudo, sem nos importarmos com as conseqüências.
Deus então usou o seu profeta para dar uma direção ao povo, que somente estava preocupado em saciar sua fome material, carnal, para através da farinha de trigo (O trigo significa prosperidade, a qual é fruto da obediência – Dt 28), para então gerar vida, onde havia morte.
Que possamos então nos alimentarmos de Jesus, onde há vida.

Músicas tocadas na célula:
 Autoridade e Poder (Tribo de Louvor), Olha pra mim (Toque no Altar) e Deus de promessas (Toque no Altar).

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Dia 18/10/2011

Presentes: Gabriel, Lorena, Verônica, Vinícius, Vanessa, Feliphe, Rafael, Isabel, Lucas, Daniel, Damar e Luana.

Louvores: Luz do mundo (Tribo de Louvor), Vaidade (Heloísa Rosa) e Faz Chover (Toque no altar) - E fez chover mesmo.....

Palavra:

Quando lemos sobre a passagem de Nicodemos em João capítulo 3, dos versículos 1 a 12, vemos que nicodemus era um fariseu. E o que significava ser um fariseu? O termo fariseu significa "separado", "a verdadeira comunidade de Israel", "Santos", eram pessoas que se prendiam mais a tradição e a lei, acima da palavra de Deus. Em resumo, eles se achavam acima de todos os outros judeus.
A passagem então conta como Nicodemuo usou a sua inteligência para encontrar Jesus às escondidas e de como ele buscou saber quem era Jesus.  Nicodemos mesmo sendo tão inteligente, não conseguiu entender, que precisaria nascer de novo e que precisava beber da água da vida. Jesus então fala para Nicodemus, que pelo fato dele viver preso a sua inteligência limitada, impediria ele de enteder sobre as coisas do Reino de Deus.
E como nos temos usado a nossa inteligência? Será que nos temos simplificado ou complicado as coisas? O fato é que precisamos usar a nossa inteligência e a nossa capacidade para agradarmos e não para desagradarmos a Deus.
O problema é que mesmo sabendo que somos criaturas, queremos sempre agir como criadores. E como uma critura pode agir como criador? Isso não é possível. Por isso temos que aprender a nos colocarmos em nossa posição e sermos humildes o suficiente para reconhcermos que precisamos e dependemos de Deus. A bíblia nos fala em João capítulo 14, versículos 15 a 17:

"Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós."
Como fruto do nosso amor de Deus, aprendemos a ser obedientes ao nosso Criador.
Precisamos aprender a vivermos uma vida de equilíbrio e de constância. Temos que aprender a não sermos racionais demais, o que nos tornaria loucos, e nem termos fé em excesso, o que nos faria fanáticos. Temos que buscar um equilibrio entre a nossa fé e a nossa razão.
Precisamos admitir que não sabemos de todas as coisas e de que não somos o detentores da verdade. Assim como Jesus disse para Nicodemus, precisamos beber da água da vida e nascer de novo, ou seja, precisamos viver na verdade de Deus e morrermos para a nossa natureza carnal. Precisamos fugir do pecado da rebelião contra Deus e precisamos aceitar o fato de que não cabe a nos ditarmos as regras do jogo da vida.
Precisamos permitir que o Reino de Deus seja estabelecido em nossas vidas, através da morte para as coisas do mundo, para vivermos em Cristo.



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dia 11/10/2011

Presentes: Verônica Oliva, Vinícius Oliva, Vanessa Oliva, Luana Pimenta, Rafael, Fernando, Jéssica, Gabriel e Lorena.

Louvores: Abraça-me (André Valadão), Vaidade (Heloísa Rosa) e Faz Chover (Toque no Altar).

Palavra:
Quando lemos sobre a história de Daniel vemos que ele era uma pessoa "que não se achava falta alguma nele, pois ele era fiel; não era desonesto nem negligente" (Dn 6:4). A questão é que Daniel era um escravo e não sendo isso o bastante, por ser liderado pelo chefe de eunucos, se entende que ele também era castrado. Daniel tinha tudo para ser um cara revoltado ou teria muitos motivos para achar que seria melhor morrer do que vier. Mas não foi essa a atitude de Daniel. Independente da sua condição, Daniel era uma pessoa em que as pessoas viam Deus nele porque em toda a sua vida Daniel decidiu buscar agradar a Deus.

Vemos na história de Daniel, que ao ser um dos escolhidos para servir o rei da Babilônia, Daniel escolheu não se contaminar com as coisas daquele reino e decidiu se alimentar apenas de verduras. Essa postura demonstra a vontade de Daniel de tirar da sua vida àquilo que ele acreditava que não lhe faria bem.

Daniel é um excelente exemplo para nos, porque assim como ele devemos buscar tirar as coisas que não são boas para nos, para que agrademos a Deus. Temos que ter como motivação das nossas vidas implantarmos os princípios do Reino de Deus em nosso caráter. E pelos princípios do Reino, quando diminuímos, Deus cresce em nossas vidas, a vontade de Deus prevalece sobre nossa vontade, não olhamos as situações e circustâncias, além de buscarmos agradar a Deus e não a homens.

Para isso precisamos morrer para a nossa natureza humana, para que Deus viva em nos. E Paulo sobre falar como podemos fazer isso no capítulo3, versículos 1 a 3 e 5 a 8 da carta aos colossenses:
“Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus. Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência, as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas. Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar”.

Local da Célula

Para quem mora em Lauro de Freitas e região e não podia ir para a célula, agora pode.

A célula será realizada na Rua Ismar Prates, Lote 63, Condomínio Foz do Joanes, no Porto dos Coqueiros, Casa 16. O ponto de referência para a entrada do Condomínio Foz do Joanes é a Escola Interarte.


Os contatos para maiores informações são:

Gabriel (71)9154-6301 TIM
Verônica (71)9171-0069 CLARO